11 de dezembro de 2007

presépios




Um dos muito completos que observámos, o T. lá foi endireitar algumas figuras que tinham caído. É composto de figuras tão pequeninas que na foto torna-se difícil perceber.
O cá de casa, muito simplificado e o da baixa da cidade, em minha opinião muito giro!
Nunca me interessei muito pelos presépios, mas de algum tempo para cá, acho que melhor que a arvóre que pela magia e cores nos encantam, o presépio é sem dúvida o que melhor representa a quadra e o que supostamente se deve comemorar: o nascimento de Jesus!

25 de novembro de 2007

tesourinho guardado!


Guardo esta lata e o seu contéudo há cerca de 15 ANOS! é verdade!, e tanto tempo sem olhar para ela, não sei o que virei a fazer com estas rosetas em tecido, mas tem que ser um trabalho, muito, mas mesmo muito especial!
Fui abri-la recentemente, para colocar umas flores nos sacos dos kikipos que estou a fazer, mas terei que aplicá-las num trabalho próprio com muitas rosetas! talvez uma manta ...

passeando pela baixa



Passear na baixa ainda tem o seu encanto, sobretudo se for em horas que o comércio esteja encerrado e as ruas desertas; numa praça ou num largo encontramos os vendedores de castanhas nesta altura tão apetecíveis, e lá vamos nós caminhando e descascando castanhas ainda quentinhas. Só assim é possível admirar pequenos recantos e pormenores desconhecidos, e como exemplo disso tenho estes azulejos de parede que há uns anos que os admiro e várias vezes os fotografei. estão junto à aduela da porta de entrada num prédio que julgo ser aproximadamente dos anos 50, pelas características e métodos construtivos ( não fosse essa a minha área profissional!). Se um dia fizer uma moradia para mim, alguém terá que me fazer uns azulejos destes! São pedaços de vidro derretido alietóriamente em várias cores, sobre um azuulejo branco dos mais simples que existem, e são LINDOS!

20 de novembro de 2007

Lãs




Com o frio a entrar de mansinho, só apetece mesmo é rodear-nos de coisas quentinhas, e nada mais gostoso (além duma bela fogueira), que umas lãs bem quentes, fofas e coloridas.
esta camisola do M. tricotei-a ainda estava grávida, ele já a usou e fica magnifico nela.

A mantinha também é para o M., é bem quente e no carrinho quando vai à rua e até mesmo para andar envolvido nela como se estivesse no ninho, dá sempre jeito. Já devia estar acabada, mas o tempo não dá para tudo e só à noite aos poucos é que lá vou tricotando aos poucos, contudo, já vai a mais de metade.

19 de novembro de 2007

Dia de Inverno


Hoje está mesmo um dia de Inverno, olha-se pela janela, e o rio está cinzento, pouco nitido, agitado, imagino lá dentro os peixes numa galhofa completa, nunca o tinha visto assim este ano!
As varandas estão molhadas e notei que tenho falta de tapetes, tenho o chão cheio de pegadas e nada melhor que uns tapetes interiores; peguei no equipamento e pus mão à obra: uma barra, uma flor e pronto! Falta uns toques finais, e vamos ver se o próximo é corto com mais critério, para que não fique tão torto, o pessoal da casa gostou, e atrás deste já estão encomendados mais 5!

16 de novembro de 2007

Comprei PIMENTOS !


Verdes, amarelos, vermelhos, brancos ou roxos, os pimentos são grandes companheiros nas refeições dos dias quentes. Os sabores diferem entre as variedades podendo mesmo dizer-se: cada cor seu paladar.

Os vermelhos são mais adocicados, os verdes tem um sabor mais forte e agressivo, os amarelos têm um sabor doce mas não tão acentuado, quanto os vermelhos. Na verdade a panóplia de sabores é grande; do mais picante ao menos picante, do mais doce ao mais adstringente.

Usados na antiguidade para fins medicinais, à luz das investigações actuais sabe-se que contêm substâncias com poder desinfectante e propriedades antioxidantes, que nos podem ajudar a proteger contra algumas substâncias tóxicas, nocivas ao nosso organismo.

Estes companheiros de Verão, são também amigos da nossa balança, uma vez que, têm baixo teor em calorias. São ainda, uma excelente fonte de vitamina C, especialmente os de cores mais garridas, como os vermelhos, amarelos ou laranjas.

Esta multiplicidade de sabores permite escolher ao gosto de cada um e ao tipo de cozinhado a que se destinam. Com um pouco de imaginação, podes descobrir novas combinações ou misturá-los entre si tornando os seus pratos mais coloridos. Afinal a cozinha é local privilegiado para se jogar com cores, texturas, cheiros e sabores...

(texto retirado do site da vaqueiro)

15 de novembro de 2007

em elaboração



logo, logo que estejam prontos, apresento o resultado final!

Coincidência de lambretas!



Adoro lambretas e selos apesar de não os coleccionar. E há coincidências fantásticas: hoje ao entrar numa loja vi inúmeros quadros com imagens de carros antigos, procurei desesperadamente uma 4L de preferência branca, igual à do R. que está religiosamente guardada na garagem a precisar de umas voltinhas para desempenar o motor. Não encontrei a 4L, mas esta maravilhosa imagem de uma lambreta que acho magnifica e espero um dia também ter uma. Comprei o quadro! Mais tarde fui colocar uma encomenda no correio para a Leila que vive no Brasil, e pedi à senhora dos correios para colocar o valor em selos, pois costumam apenas colocar o autocolante digital, e qual não foi o meu espanto quando entre város verifico um selo com outra lambreta antiga! Fiquei radiante, e comprei outro igual, para guardar, não foi uma coincidencia interessante?

10 de novembro de 2007

pássaro branco

(foto do Tomás / poema da mãe Beta)

Pássaro branco
deslizas sem dono
és belo no olhar, doce no toque
e forte no deslizar
Pássaro branco
deslizas sem dono
enches a alma com a luz
que te aquece e ilumina
e nos encanta
Pássaro branco
nunca deixes de deslizar,
nunca deixes de acreditar
Pássaro branco,
desliza sempre sem dono!

6 de novembro de 2007

casa velha




estava eu a ver as minhas fotos e encontrei estas que estavam perdidas, provavelmente mal arquivadas pelo meu R. que tem o hábito de me trocar os lugares das coisas (homens!), e deu-me uma saudade!
Lembro-me de pintar cada uma daquelas riscas, de dar ao pedal naquele cantinho, e de pensar inúmeras vezes, que em vários anos, ainda não tinha colocado quadros na sala.
Na altura chateava-me o móvel branco no corredor, que não tinha lugar para ele, e hoje até o gostei de ver, ali no meio do corredor!
Com o passar do tempo, noto que sou mais despegada de certas coisas, mas mais ligada a outras, aquelas que têm história, que fazer parte da nossa vida, que são feitas de pedacinhos de nós, e isso tem mesmo um grande valor.
Mudámos ainda não fez 2 meses e ainda não consegui ajeitar o "ninho", talvez por isso ainda não sinta muito afecto a este novo espaço que como tudo requer tempo e dedicação.

30 de outubro de 2007

ilustração



ilustração de Marina Seoane

ilustração de José Luis Navarro

27 de outubro de 2007

21 de outubro de 2007

indo eu, indo eu, a caminho de ...Lamego!

a nº 26 era uma das preferidas do pessoal cá de casa. Tem quase um ano e agora foi para Lamego! Existe mais tecido deste que veio de Cabo Verde, trazido pela Dª Teresa, e ficou prometido que após terminar as kikipos alusivas à quadra que se aproxima (se for capaz de pegar nelas), virá uma outra com este tecido magnifico em algodão.

16 de outubro de 2007

no armário


Tenho mesmo saudades de fazer pézinhos para os meus kikipos. tenho saudades de me sentar na cadeira e mexer nos meus projectos ( de pano) , e deixar as horas voarem sem dar pelo tempo; de mexer e remexer em fitas, botões e demais caixas que ás vezes nem me lembro do contéudo. Apetece-me acabar trabalhos quase concluidos, era só uns minutos...
Mas o tempo voa, e neste momento gerir a familia que está maior, o trabalho que faço em casa, e tentar organizar uma mudança de casa, não está nada fácil, embora sinta em cada instante o prazer de todos esses novos acontecimentos. Mas a vontade de me agarrar aos meus trapinhos é mesmo muita, vou arrumando o armário das "minhas coisas" e vou imaginando o que poderá dali sair.
Por enquanto vou imaginando...


11 de outubro de 2007

3 meses


O meu tesouro mais pequenino fez hoje 3 meses. Sinto o tempo a voar, os dias correm e não tarda nada lá estaremos nós a separar-nos, pois por cá a licença de maternidade é de apenas 5 meses !


Bolo de Chocolate
Andamos à algum tempo a tentar descobrir a receita do bolo de chocolate que o T. adora. parece que deste vez conseguimos!
4 ovos ... 1 chávena de frutose ... 1 barra de chocolate derretido ... 2 colh. margarina ... 1

pac. natas. Bater bem. Juntar uma chav. e meia de farinha no fim e envolver na massa. Coze a 180º durante 20 m.

Marmelada


Experimentei pela 1ª vez fazer marmelada! Não tinha receita e como é hábito inventei; sabia que não tinha muito por onde variar e o resultado não podia ser melhor. Em casa todos aprovaram, e a minha Inês (mãe) disse nunca ter provado nenhuma tão boa! Talvez porque em vez de açucar usei frutose e coloquei uma casca de limão na cozedura.

6 de outubro de 2007

Pizza Banbini

O T. recebeu um livro de culinária, que tem dado este resultado: seleciona uma receita, verifica se há em casa os ingredientes ( e chama mesmo ingredientes!), e depois não descansa enquanto não começa. Mais: atende o telefone e convida quem está do outro lado para vir cá a casa jantar!
Foi uma experiência gira, que não tenho dúvidas que se vai repetir as vezes quantas as receitas do livro. O livro apenas é ilustrado, com a única legenta do titulo, o que facilita a interpretação da receita que é genericamente beringelas panadas com tomate, oregão e mozarela que vão a gratinar. Estava delicioso!





3 de outubro de 2007

Para acabar amanhã

A manta do M, que precisa ser debruada, e o meu saco que iniciei no Inverno passado. Agora antes de iniciar novos trabalhos, vou por-me a terminar os que andam por aqui no armário.
Talvez altere a forma da aplicação exterior e faça uma bola perfeita, julgo ficar melhor!
Pois é, agora que o tempo muda sabe ainda melhor estar os curtos momentos possíveis a delirar com ideias e novas coisas para fazer com os tecidos que acumulo à muitos anos, e alguns que venho a herdar da minha mãe, que já fazia o mesmo. e enquanto penso nisto, o mundo lá vai girando sem que eu dê por ele!

2 de outubro de 2007

hoje...

Tenho ido a pé buscar o T. à escola que fica a uns 20 minutos a pé e a subir. Vou empurrando o carrinho do M. que lá vai todo caladinho com o rabinho a fazer treme treme. Já Há uns dias que me venho a irritar com os percursos pedonais na cidade ( na minha e provavelmente em quase todas deste país), ando uns metros de calçada e depois tenho que ir para o meio da estrada com carros a passar a não sei quanto à hora, e eu com um carrinho e um bébé na estrada, porque o passeio, ou tem carros em cima, ou tem postes de luz no meio, ou caixas dos telefones! Hoje passei-me com isto, e o mais grave é que não tenho como contribuir para mudar isto. Pensei em escrever à CMS, à divisão de rede viária e expor o meu trajecto e sobretudo as dificuldades, como deveria ser e como se apresenta, com uns esquemas e tudo, que até os faria de boa vontade, para alguém os iria ler?! e as pessoas de locomoção reduzida??? Tanta legislação ( O DL 123/97, o último do ano passado) e mantém-se este quadro??!!

Vim para casa e para relaxar fui fazer um bolo, a neura era grande e resolvi inventar, para ver se saía mal e então ficar ainda mais chateada, mas não: siu lindamente e ainda sabe melhor. Aqui vai a receita:

1 cenoura ralada fininha; 1 maçã tb ralada; 5 ovos; raspa e 1 limão; 1 iogurte; 2 chávenas de açucar ( ou 1 de frutose); 2 .1/2 de farinha; fermento, 2 colheres sopa de margarina derretida e pitada de canela.

Juntei os ovos com o açucar, depois a cenoura, maça e raspa do limão, depois o iogute e margarina, mexi bem, depois a farinha, fermento e canela e voltei a mexer. O forno já estava quente a 180º e ficou 20 m a cozer.

1 de outubro de 2007

o estendal do Miguel é um encanto, com peças pequeninas que nos enchem a alma, e das quais eu tinha tantas saudades. A toalha é do T., tenho uma igual para começar a bordar para o M., a fralda e o babete eram do T, fui eu que as bordei e que saudades tenho desses momentos. O ponto cruz, tem um poder de nos abstrair de todo o resto quase único, penso ser pelo prazer das cores mas sobretudo pela concentração que exige na contagem e acompanhamento dos esquemas, o que já não acontece quando faço as kikipos, que embora me dêem mais prazer mas não exigem tanta abstracção.
esta abstracção para mim funciona como um escape ao meu mundo encantado, que sem ele não vivo, é uma parte do meu equilibrio, é as minhas coisas, que muitas gente (doutro mundo que não o meu ) não entendem, mas é assim que gosto e preciso ser.